quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Robin

  Já faz um pouco mais de 1 ano da morte do ícone Robin Williams, Grande ator, reconhecido internacionalmente por seu talento. Decidi escrever um pouco sobre o ícone, e porque não, o humano Robin Williams. Sempre fui fã do cara, e sua morte me pegou de surpresa, como um empurrão inesperado. Acredito que não só a mim, como a todos os fãs que acompanharam seu maravilhoso trabalho durante mais de três décadas.  
  Robin nos deixou muito cedo, de forma violenta e inesperada. Particularmente fiquei sem reação com o ocorrido e bastante triste por não mais poder prestigiar o seu talento. Decidi escrever apenas agora, pois estou lendo a biografia escrita pela americana Emily Herbert (Editora Universo dos Livros), que recomendo! 
  Não há como lembrar de Robin Williams sem suas performances e frases icônicas. O Professor Keating, do filme "Sociedade dos Poetas Mortos" figura como o meu personagem favorito do ator. Mas seria injusto não falar do Adrian, de "Bom dia, Vietnã", ou do Patch Adams, o médico mais legal que já vi em cena (a cena da convenção de ginecologistas ainda me arranca risadas!). É injusto taxar o Robin por apenas um papel. Como ator, ele tinha um raro dom: o dom de fazer humor, cenas simples, e logo em seguida envolver você com uma performance e texto capazes de trazer uma profunda reflexão sobre a vida. Seja como um homem que cresceu preso em um mundo diferente do nosso (Jumanji) ou um boneco de cera que ganha vida durante a noite (Uma noite no museu). 
  Em um dos seus últimos papéis, na série "The Crazy Ones" (CBS, 2014), Robin interpretou Simon Roberts, o chefe do departamento de criação de uma renomada agência de publicidade. Na série, podemos vê-lo praticamente como ele costumava ser: brincalhão, criativo e elétrico em cena. Além disso, a série rendeu diversas homenagens a Robin, bem como a sua carreira. Um dos momentos mais marcantes foram as cenas com a atriz Pam Dawber, seu par em um de seus primeiros trabalhos, a série "Mork & Mindy" (1978-1982). Cenas estas, cheias de referências para os fãs de longa data.
  Lembro-me de ter ficado chateado com o fim da série em sua primeira temporada. Mas infelizmente, Robin nos deixou meses depois. Mesmo assim, gosto de lembrar dos momentos irreverentes desse ídolo, que ao mesmo tempo consegue ser palhaço, cativante, emocionante. Adeus, Robin. Espero que esteja sorrindo, aonde você estiver! Descanse em paz! E obrigado por nos presentear com seu grande talento! 

Robin Williams: Palhaço, comovente, talentoso, gênio. 

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