sábado, 31 de outubro de 2015

Empire Suicida!

  Recentemente foi lançada a primeira imagem do Jared Leto como o Coringa. Pelo menos a imagem de corpo inteiro, com traje, tatuagens e a atitude maníaca/badass do personagem. Isso causou uma certa comoção nos fãs, e de certa forma me fez lembrar de um fator, um sentimento latente na cultura pop: a expectativa. 
  Expectativa é um sentimento que nos inquieta, faz bater o pé no chão igual ao Sonic quando você larga o controle por alguns segundos a mais do que o esperado. As reações provocadas pela expectativa gerada pela indústria (Sim! Ela mesma!) são muitas vezes de dois extremos, como os polos de uma pilha. Tem gente que adorou o personagem, e tem gente que odiou. E isso sem considerar que o filme só vai estrear no dia 4 de agosto de 2016 aqui no Brasil (segundo o site IMDB). Falando por mim (Chewie), já que tenho expectativas como qualquer outro fã desse mundo louco e maravilhoso: O Jared me convenceu no trailer, com o sorriso e o olhar maníaco. Mas eu sei que tenho que esperar um pouco menos de 1 ano para ver o resultado final. Então é melhor segurar o coração. 
  Não é a primeira vez que o Coringa traz uma grande comoção no mundo do cinema. Ao ser anunciado como o Palhaço do Crime, o eterno Heath Ledger drasticamente dividiu opiniões entre os fãs. Muitos o perseguiram por papéis anteriores (Brokenback Mountain), e outros até gostaram da escolha. Em 2008, todos piraram com a atuação visceral do Ledger como o Coringa. Alguns até disseram que ele foi tão fundo que se matou (o que eu discordo plenamente). 
  Enfim. O fato é que a indústria da cultura pop usa a expectativa como material de trabalho, assim como um produtor de vinhos usa uvas. O uso dessa expectativa pode ser bem positivo, se bem administrado. Como assim? Ok, vamos a um exemplo. Em 2015 tivemos o lançamento de Vingadores 2: A Era de Ultron. Continuação do mega hit da Marvel Studios dirigido por Joss Whedon. O primeiro filme foi um baita sucesso, figurando entre os maiores campeões de bilheteria, etc, etc. Logo, era de se esperar que Vingadores 2 seria um tremendo sucesso (até deve ter sido). Todo problema começou com os longos trailers com cerca de 6 minutos, contendo cenas de ação. cenas chave do filme. Um trailer que vimos os grandes combates, falas de Ultron, os gêmeos, poderes e mais poderes. Um trailer que mostra demais do filme, quebrando a surpresa dos espectadores. 
  Do outro lado da moeda, continuo com a Marvel Studios. Dessa vez com o filme dos Guardiões da Galáxia, em 2014. Dirigido por James Gunn, o filme conta a história de um grupo de heróis clássico da Marvel, mas pouco conhecido pela geração atual. Com um trailer de cerca de 2 minutos, o filme prende sua atenção pelas figuras exóticas e música nostálgica. Você olha, pensa, tenta entender e tem uma expectativa de como aquilo vai se desenrolar na versão final. Uma expectativa que ao meu ver foi na dose certa. Mostrou o que vem, deu uma breve ideia do clima e deixou o público com vontade.   Bem, falei um pouco sobre as expectativas, sobre as possíveis reações dos fãs. E vocês? O que acham disso tudo? Esse foi mais um Chewie Opina. Lembrem-se: Não sejam fanboys, só atravessem no sinal vermelho! E que a Força esteja com vocês! 

                                                                  
 
Jared Leto como o Coringa. Revista Empire. Dividindo opiniões. 

Um comentário:

  1. Sem falar que todas as mudanças no visual tem conceitos profundos para a adaptação, o problema é que pra fanboy tudo vai ser desculpa.

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